setembro 10, 2018

Porto Afonso - Ilha Graciosa


Furna do Abel - Ilha Graciosa


Furna do Abel também conhecida como Furna de Lavar ou Furna do Roque é uma gruta portuguesa localizada na freguesia da Luz, concelho de Santa Cruz da Graciosailha Graciosaarquipélago dos Açores.
Esta cavidade apresenta uma geomorfologia de origem vulcânica em forma de tubo de lava localizado em encosta. Este acidente geológico apresenta um comprimento de 96.3 m[1] por uma largura máxima de 8 m por uma altura também máxima de 6.2 m.[2]
Esta cavidade é um dos maiores tubos de lava inventariados na ilha Graciosa, apresentando secções com tetos altos e bastante largos. Situa-se na Caminho das Furnas próxima da Furna d' Água, possui três claraboias provenientes do abatimento do teto em diferentes pontos.
Na década de 70 do século XX celebrou-se uma missa e um batizado nesta gruta, havendo ainda no seu interior uma cruz em pedra que invoca a realização deste evento social.
Segundo Canto Moniz aqui existia, sem que no entanto seja visível atualmente, “uma fonte de agua nativa, lavadouro habitual das gentes do logar

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Moinho de vento - Ilha Graciosa



Ponta da Barca

Ilha Graciosa

maio 02, 2018

Cozido nas caldeira das Furnas


Cozido à portuguesa nas caldeiras das Furnas



Ribeira dos Caldeirões - Nordeste

Ribeira dos Caldeirões - Nordeste

Ribeira dos Caldeirões - Nordeste


Ribeira dos Caldeirões - Nordeste

março 18, 2018

Romeiros e romarias


Tradição oriunda de S. Miguel, ilha do Arquipélago dos Açores, as romarias quaresmais tiveram a sua origem, segundo se crê, no início do século XVI, em Vila Franca do Campo, primeira capital da ilha. Constituíram a resposta encontrada pela população de então para aplacar a fúria divina que, assolando essa localidade, soterrou os vila-franquenses e todos os seus haveres.
Na sequência desta catástrofe natural, ocorrida no dia 22 de Outubro de 1522, os poucos sobreviventes ergueram uma ermida, consagrada a Nossa Senhora do Rosário, no local onde actualmente existe o Convento de S. Francisco. Todas as quartas-feiras, dia da semana em que ocorrera a catástrofe, a população da ilha, à noite, dirigia-se em romaria a esse local.
Com o passar dos anos, algumas paróquias começaram a organizar romarias, que, ao longo de oito dias, percorriam a ilha a pé, parando em todas as igrejas onde fosse venerada a Virgem e/ou onde estivesse o Santíssimo Sacramento. Os romeiros dirigiam-Lhes súplicas, agradecendo-Lhes as graças concedidas. Durante o percurso, entoavam o hino de Nossa Senhora (Avé Maria).

No ano de 1962, o Bispo da diocese, D. Manuel Afonso de Carvalho, promulgou o Regulamento dos Romeiros, vinculando os responsáveis pelos ranchos ao cumprimento do mesmo, assim como à realização de reuniões prévias, de preparação. Essa orientação foi continuada por D. Aurélio Granada Escudeiro, em cujo episcopado foi criado o Grupo Coordenador das Romarias Quaresmais de S. Miguel. Coube a este grupo a alteração do Regulamento até então em vigor.

Fonte: http://www.eslr.edu.azores.gov.pt/old/came/romarias/paginas/origem.htm